Blog de empreendedorismo e dicas de gestão empresarial para pequenas e médias empresas.

quinta-feira, 20 de março de 2014

MELHORA NO VISUAL PARA CRESCIMENTO DAS VENDAS




Conquistar clientes fica bem mais fácil quando se tem uma loja atraente, bonita, confortável e bem organizada.  A simples melhoria no aspecto visual de um estabelecimento pode ampliar as vendas de 12% até 40%, aponta pesquisa realizada pelo Sebrae-SP.  De acordo com o levantamento, a percepção visual é o alicerce de qualquer esforço para atrair clientes.  Consequentemente, todo negócio que busca se diferenciar da concorrência deve começar cuidando para que esse primeiro impacto seja eficaz.  

“É comum encontrarmos estabelecimentos com fachadas muito velhas, sem pintura adequada, com árvores ou outros obstáculos impedindo a visão do consumidor e até sem nenhuma informação clara do que seja o ramo de atividade da empresa”, diz Gustavo Carrer, consultor do Sebrae-SP. “É importante que o empreendedor saiba que se trata de um item fundamental e que a escolha de cores, luminosos e letreiros merecem atenção especial, pois transmitem muitos significados e podem ajudar ou atrapalhar a atração de consumidores”, completa.

No que se refere às vitrines, o cuidado também deve ser constante, já que se trata do elemento mais importante para atração de consumidores. “Ela deve expor a melhor amostra dos produtos que serão encontrados no interior da loja e precisa chamar a atenção em poucos segundos”, alerta o consultor. A iluminação deve destacar as mercadorias, decorar os espaços especiais e também acompanhar o estilo e a personalidade da loja.“Ela pode destacar partes atrativas do estabelecimento e disfarçar partes visualmente desagradáveis que ainda não podem ser mudadas”, completa Carrer.

São importantes ainda itens como acessibilidade e climatização da loja, cuidados com provadores e banheiros. “Tudo isso conta para atrair consumidores e manter os clientes satisfeitos”, afirma o consultor.

Confira algumas dicas de como melhorar a sua loja e as vendas.

Fachada -  Ela é uma ferramenta de comunicação com seu cliente e, por isso, deve passar a informação sobre o tipo e estilo da loja. Procure explorar todas as oportunidades de comunicação visual da fachada, mas evite excessos.

Vitrine -  Ela deve indicar ao cliente qual a variedade de produtos comercializados. Para manter-se atraente, a vitrine deve ser renovada frequentemente.

Iluminação -  Este item exerce forte influência no comportamento de compra dos consumidores. Portanto, o sistema de iluminação ideal deve proporcionar conforto
visual, evitando distorção nas cores e valorizando o ambiente e os produtos expostos.

Provadores - Um bom provador contém: espelho amplo e de boa qualidade, banco ou cadeira, cabideiros ou ganchos e perfeita iluminação. É importante dar atenção redobrada à iluminação e climatização do ambiente: como decisões importantes ocorrem neste local, nada deve interferir.

Acessibilidade - Tenha entradas amplas e rampas de acesso à loja. Mas atenção com a inclinação e a altura dos degraus, para que não se transformem em armadilhas para os consumidores. Simule o acesso à loja, desde a calçada até a finalização da venda no caixa, passando pelos provadores. Se houver mais de um piso, avalie a necessidade de criar acesso especial.

quarta-feira, 19 de março de 2014

O QUE FAZER COM ESTOQUES ENCALHADOS?




Nem sempre o revendedor compra certo, e a mercadoria pode ficar estocada por meses. Para se livrar do excedente, o melhor é fazer promoções casadas dos estocados com outros produtos de maior giro, oferecer vantagens e facilidades de pagamento, ou mesmo investir em propaganda direta para queima do estoque.

“Planejar as compras é uma das maiores dificuldades do varejista em uma economia como a brasileira, sujeita a muitas flutuações”, explica o economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo. “Um bom controle dos estoques e das vendas permite conhecer o giro dos produtos; prazos de entrega do fornecedor também ajudam a decidir quanto comprar”, ensina.

Se prazos de entrega são curtos ou imediatos, o ideal é trabalhar com estoques menores. Acompanhar noticiários sobre a atividade econômica e no setor, participar de palestras, seminários e entidades de representação da classe comerciária também respaldam o revendedor de informações e contatos com fornecedores e outros lojistas. 

“É preciso ponderar entre o peso que a possível falta do produto tem sobre o volume de vendas, e o custo financeiro e de administração do espaço na loja para um eventual estoque excessivo.” 

Promoções para reduzir estoques também não podem ser constantes, por desgastarem a imagem da empresa e a própria credibilidade das ações de queima. 


segunda-feira, 17 de março de 2014

MERCADINHO DE BAIRROS - O PODER DA VIZINHANÇA



















Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, os pequenos mercados não têm perdido espaço para grandes redes de hipermercado. "Eles encontraram um diferencial, que é atender com mais personalidade", explica João Sanzovo, diretor de Sustentabilidade da Associação Paulista de Supermercados (Apas). A presença diária do dono faz a diferença, além da praticidade de comprar em locais próximos às residências.

A comprovação da boa fase dos mercadinhos veio com um levantamento divulgado este mês pela Apas. Os resultados mostram que pequenas empresas cresceram mais do que hipermercados, supermercados e autosserviço quando analisada a venda semanal em cada uma das lojas.

A variação em percentual das redes varejistas de menor porte foi a maior entre as quatro analisadas, com uma venda semanal de R$ 188 mil por loja, ou 21,7% a mais do que em 2010. Os supermercados venderam em média 6,3% a mais do que em 2010. Já a categoria de autosserviço somou crescimento de 2,3% e os hipermercados tiveram um decréscimo de 3,7% na média de movimentação semanal.

Praticidade é ponto forte dos mercados de bairro
Segundo o levantamento da Apas, a motivação da compra pelos consumidores tem sido baseada em quatro fatores: "sofisticação", "indulgência", "fazer bem" e "praticidade". E é neste último item que os pequenos supermercados apresentam bons resultados, por estarem localizados normalmente próximos das casas dos consumidores.

A pesquisa da Apas apontou também que 84% dos consumidores optam por três canais ou mais para se abastecer, pois não conseguem encontrar tudo o que desejam em apenas uma loja.

Competitividade
Para se tornar mais competitivos, as lojas de vizinhança também têm procurado inovar em suas práticas comerciais. Desde 2008, começaram a surgir as centrais de compras, locais em que as lojas de menor porte se unem para negociar melhor com os fornecedores e se manterem competitivas. Em São Paulo, existem 20 centrais de compras e cada uma delas reúne de 20 a 30 varejistas.

"O poder de barganha aumentou, por isso o preço praticado não está muito longe daquele do hipermercado. A prática já está disseminada pelo País", afirma João. Nos mercados de bairro, segundo a Apas, o cliente encontra 48% dos itens com preços mais baratos do que nos hipermercados.

Desafios do setor
O setor varejista com um todo faturou R$ 224,3 bilhões em 2011 ¿ valor 11,3% maior do que em 2011, segundo dados da Apas. Com o cenário positivo, a maior dificuldade das pequenas empresas tem sido a gerencia do próprio negócio.

"O empreendedor às vezes tem dificuldades em administrar corretamente a sua unidade, se atrapalha com as exigências legais e de fiscalização", avalia o executivo da associação. A saída para o problema, segundo ele, é buscar qualificação por meio de cursos que garantam a capacitação para questões cotidianas. 
 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

DICAS PARA ABRIR UMA EMPRESA



Ser empresário requer atitudes diferentes, pois não basta querer ser o dono do seu próprio negócio.
Achar que na condição de dono poderá fazer o que quiser, como quiser e quando quiser não é bem assim... 
Você será o líder, o responsável pelo destino da empresa. SERÁ O COMANDANTE DO NAVIO.



ASSIM, SIGAS AS DICAS ABAIXO PARA SER UM EMPRESÁRIO DE SUCESSO


1 – Empreenda no que conhece e gosta
“A receita para dar certo é empreender naquilo que a gente tem domínio. A costureira vai fazer sua lojinha com roupa. Depois de uma vida no segmento de confecção é pouco comum que vá abrir um restaurante.”

2 – Avalie a viabilidade financeira frente à idéia e oportunidade
“Não adianta gostar, a coisa tem que ser viável, tem que gerar lucro. (…) Quando a gente está pensando numa empresa, é importante pensar que cada dinheiro colocado lá dentro, vai ter que voltar numa medida de tempo.”

3 – Cuidado com a escolha do sócio
“É muito comum escolher sócio como ‘o cara que tem o dinheiro barato que eu preciso’ e isso acaba custando muito caro. Sócio é um complemento de conhecimento e de atitudes que você tem. Ele não é igual a você, mas é uma nova visão. Os dois têm que enxergar juntos na mesma direção.”

4 – Avalie a diferenciação de seu negócio em relação à concorrência e aos cenários
“Negócio legal é aquele que se diferencia dos demais – ser diferente é agregar outros valores. Não é ser diferente pela parte ruim: o que mais atrasa, por exemplo. Enxergar em que cenário esta atividade está situada. O ‘mais um’ está dividindo o bolo que todos já comem.”

5 – Esteja seguro de seus gastos e controle de suas despesas e custos
“Conheça a parte financeira da ‘encrenca’ que você está se metendo. Ter domínio. Sem controle financeiro, não se gerencia nada. É fundamental, principalmente quando está iniciando a atividade, saber onde está colocando cada centavo e como está voltando.”

6 – Considere sempre possíveis gastos adicionais com adequação do espaço de trabalho
“Não esqueça de trocar a fechadura das portas do comércio e checar se o banheiro é frequentável e está dentro da legislação da saúde pública, em número suficiente; se as vitrines são seguras; se a rede elétrica está devidamente dimensionada. A gente esquece destes detalhes quando esta fazendo o planejamento.”

7 – Trabalhe com pessoas que conheçam do negócio tanto ou mais que você
“Mesmo que custe um pouco mais é sempre bom evitar que os outros errem por você. É sempre bom contar com a competência. Quem paga pouco, recebe pouco. Cuide na competência, na adequação, no perfil da aparência. Essas pessoas têm que conhecer bem o negócio.”

8 – Todo começo é incerto. Cuide bem dos investimentos e do capital de giro
“As grandes perguntas são sempre: será que preciso mesmo de tudo isso? A gente tem um fogo de sair comprando coisas… Às vezes, numa atividade que está iniciando, o melhor é alugar, arrendar, pedir emprestado para um amigo, fazer um termo de comodato. O capital de giro é sempre aquela história: o único que acredita no seu negócio é você. 27% das empresas que abrem não terminam o primeiro ano. [Institutições financeiras] Gostam de dar crédito para a pessoa física, não para a jurídica. Olhe bem para ver quanto de capital de giro vai precisar antes de pedir emprestado.”

9 – Procure um contabilista competente para abrir sua empresa e assessorá-lo com impostos, tributações e taxas no dia a dia
“Geralmente, quando procura um contabilista, vai muito pelo valor que a pessoa está cobrando. Você deve perguntar se tem muitos negócios do mesmo ramo que o seu. Quanto mais atividades como a sua ele tem dentro da carteira, mais a par vai ficando. As tributações variam muito dependendo do segmento.”

10 – Lucro é a única forma de garantir o retorno dos investimentos. Atenção com ele!
“Negócio foi feito para gerar lucro, não amizade e relacionamento. Parte do lucro é o que consegue manter o seu capital de giro dentro da necessidade. A outra parte será responsável pelos investimentos para gerar alavancagem. Às vezes, guarda-se essa parte dentro do estoque, comprando o que não precisa, na quantidade que não deve, no momento que não é preciso. Veja como o lucro está sendo gerado. No começo, não dá para ter todo o lucro gerado pra gente.”

CONSULTORIA FINANCEIRA EMPRESARIAL









O número de empreendedor aumentou muito nos últimos anos e muitas vezes o sonho de ter o próprio negócio transforma-se em pesadelo quando o empresario ver as vendas caindo, os funcionários e clientes insatisfeitos e as contas de acumulando junto com empréstimos bancários.


Agora o que está acontecendo????
O que fazer quando a empresa passa por dificuldades financeiras?
Como fazer a empresa dar lucro?
Como saber como calcular preço de vendas?
O que está errado na administração da minha empresa? 

Essas são apenas algumas perguntas que esse novos empresários fazem e que nem sempre encontram a resposta sozinho.

Muitas vezes o conhecimento básico não existe e tudo que aprendeu e pratica foi na base da inspiração e "achometro" e infelizmente isso só vai levar a empresa a uma situação cada vez mais complicada se não for tomada uma ação rápida. Esperar a situação piorar pode ser muito mais doloroso e com reversão muito mais demorada e sofrida.

A figura do consultor passou a ser uma saída importante para aqueles que não querem amargar com o acumulo de dívidas e noites sem dormir. Um consultor não é uma despesa a mais, ele é um investimento importante para a "virada do jogo".

Se sua empresa precisa de ajuda profissional entre em contato conosco 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

HOME OFFICE - COMO TRABALHAR EM CASA SEM PROBLEMAS?




Com a evolução da tecnologia, o trabalho remoto tem sido cada vez mais comum no cotidiano de muitas empresas. E a tendência é um desafio, já que os donos de negócios precisam pensar em como coordenar esses profissionais que trabalham de casa e evitar problemas que afetam a produtividade.
As seis dicas a seguir servem para quem já adota o home office (e também para aqueles que pensam em adotar). Elas são úteis para deixar a transição para o trabalho em casa mais tranquila e sem complicações tanto para o profissional quanto para o dono do negócio.
1. Mantenha sua rotina. Desperte no mesmo horário que acordaria para ir ao escritório, por exemplo. Se você tomava banho pela manhã, continue com o hábito. Vista-se para o dia de tarefas. Há uma razão: trabalhar de casa também significa reuniões por vídeo via web. Evite dormir horas a mais, isso pode comprometer a lista de tarefas e a produtividade.
2. Crie uma área de trabalho. Se um quarto estiver sobrando, adapte-o para suas atividades. Se esta não for uma opção, separe uma mesa que esteja em um ambiente sem distrações, como televisões ou sofás confortáveis. Avise todos da casa que aquela área será reservada para o seu trabalho. Melhor ainda o local for isolado por alguma barreira física, como uma porta ou cortina.
3. Não se distraia com tarefas domésticas. Em algum momento entre ligações ou e-mails você pode achar uma boa ideia aproveitar o tempo para lavar a louça, arrumar a cama ou dar uma varrida rápida na casa. Antes que perceba, algumas horas já terão passado enquanto você podia ter terminado todo o trabalho. Mantenha-se firme com seu planejamento e separe sua vida particular de sua vida pessoal.
4. Tenha certeza de que todos saibam que você está trabalhando. Amigos e parentes podem achar que, por você não ter se deslocado fisicamente, não está realmente trabalhando.  Ligações descontraídas, convites para almoços e passeios noturnos podem se tornar mais comuns. Mesmo quem mora com você, se for o caso, irá esperar de você mais disposição para tarefas domésticas, afinal você fica em casa o dia inteiro. Seja claro com amigos e parentes ao avisar que o trabalho continua o mesmo
5. Use a tecnologia a seu favor. Os recursos de hoje facilitam o contato com colegas do trabalho. Faça reuniões por vídeo pelo Skype ou Hangouts, aproveite o Google Docs ou Evernote para compartilhar documentos e o que anda fazendo com aqueles que permanecem na empresa. Muitas dessas ferramentas são gratuitas, mas, se alguma tiver custo, negocie a aquisição com seu chefe.
6. Esteja presente. Talvez a dica mais importante seja esta. Não deixe de participar de decisões importantes do trabalho. Ter iniciativa nessas horas é essencial, já que você não estará presente fisicamente. Sua equipe pode se esquecer de você e seus superiores podem achar que você não está rendendo o suficiente caso não se mantenha a comunicação necessária.
FONTE: PEGN

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

LIÇÕES PARA EMPREEDEDOR




Lições de Empreendedorismo a se aprender com o Rolezinho
Listo abaixo 3 lições para você aprender com o Rolezinho e colocar em prática na sua empresa:
1- Não descarte suas ideias malucas: muitas vezes acabamos deixando de lado alguma ideia ou alguma ação por acharmos muito absurdas. Cuidado, você pode estar jogando fora uma ideia genial. Que tal pedir a opinião de algum amigo ou fazer um teste?
2- Não discrimine:os jovens participantes do Rolezinho, segundo dados do instituto Datapopular, formam uma massa de renda de quase 30 milhões de reais e são a principal força do consumo no país.
3- Jamais despreze o poder de uma mídia social: Utilize você também as ferramentas disponíveis a seu favor ou a favor de sua empresa!


Fontes: Wikipedia e Folha de São Paulo online

sexta-feira, 17 de maio de 2013

QUAL O MELHOR REGIME TRIBUTÁRIO PARA SUA EMPRESA?





A vida do empresário tem início com a escolha do negócio, que se baseou, entre outros itens, nos ganhos do final do mês. Para tanto, o empreendedor esbarrará na escolha do melhor regime de apuração de impostos para sua empresa.

A opção pelo regime vale para todo o ano-calendário, portanto, entender o comportamento do mercado no qual sua empresa se encontra pode auxiliar no momento da escolha. Confira abaixo três regimes tributários e os pontos essenciais de cada um deles:

Simples Nacional: esse regime traz duas vantagens desejadas por pequenos empresários: as alíquotas tendem a ser menores e a administração da agenda tributária é mais simples. Para se enquadrar no Simples Nacional, é preciso preencher requisitos como atividade da empresa, faturamento anual, quadro de sócios, entre outros. Vale conhecer a Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006, conhecida como Lei do Simples Nacional. Caso a empresa tenha pouco ou nenhum empregado, é recomendável comparar o regime do Simples com o Lucro Presumido.

Lucro Presumido: esse regime pode ser vantajoso para empresas cujo lucro seja superior a 32% do faturamento bruto. Isso porque, para maior parte das empresas, a base de cálculo dos impostos é 32% sobre o faturamento bruto (essa é a base presumida). A apuração, nesse regime, impacta o Imposto de Renda – Pessoa Jurídica (IRPJ) – 15% sobre 32% do faturamento bruto. Sobre o valor excedente, há um adicional de 10% calculado sobre o que houve em excesso; e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) – 9% sobre 32% do faturamento bruto. Importante: a base de cálculo pode variar pela atividade da empresa.

Lucro Real: esse regime é normalmente adotado por empresas de maior porte, pois essas carregam grandes despesas ou são obrigadas a adotar esse regime por força de Lei.
Em princípio, empresas cujo lucro seja inferior a 32% teriam mais vantagens na adoção do Lucro Real como forma de apuração. Mas a escrituração contábil deve ser rigorosa, pois somente as despesas comprovadas poderão ser consideradas para fins de dedução ou compensação.

Fonte
PEGN

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PORQUE FAZER O PLANEJAMENTO FINANCEIRO?


 

Planeja-se por causa da globalização, do avanço tecnológico, do novo consumidor mais exigente. Planeja-se porque existem tarefas, produtos e serviços a serem produzidos e isto tem que ser feito de forma coordenada, usando os recursos de forma mais eficiente.
A maior crítica que sofre o processo de planejamento é que o planejado nunca acontece. É tempo perdido. Mas quando o planejado dá certo, ótimo, contudo, planejar é também saber o que fazer se as coisas derem errado. Planejar é decidir antecipadamente.
O empresário se depara com dois conjuntos de variáveis para realizar o planejamento: as variáveis que ele controla (fatores internos) e variáveis que ele não controla (fatores externos). O planejamento consiste em ajustar da melhor forma possível as variáveis positivas ou negativas que ele não pode controlar.
Planejar as finanças da empresa é dar rumo, meta e objetivos alcançáveis. É algo muito maior que fazer uma projeção de caixa. É nesta ação que definimos política de compras e vendas e de estoques. Ao realizar o planejamento financeiro, estabelecemos parâmetros para administrar com eficiência as despesas fixas e variáveis e determinamos o ponto de equilíbrio e as metas de venda.
Ao definir como a empresa vai operar, o gestor da microempresa tem a possibilidade de vir a conhecer sua necessidade de capital de giro e antecipar possíveis negociações para obtenção desse capital de giro necessário para gerir seus negócios.
O Planejamento Financeiro mostra o caminho a ser seguido, mas depende dos responsáveis pela administração da empresa estabelecer as formas de se atingir as metas e objetivos.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

ALGUNS CUIDADOS DA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA




Ao elaborar o Fluxo de Caixa, o empresário ou gestor de pequenos negócios tem de usar o bom senso, principalmente com relação às entradas, ou seja, quando ocorrer qualquer dúvida com respeito ao ingresso do recurso financeiro, deve desconsiderar a operação na programação das entradas de caixa. 
As entradas e saídas de caixa devem refletir a realidade da empresa. Quando estiver trabalhando com valores projetados tanto de entrada como de saída, tais estimativas precisam ser feitas com bastante critério e análise.
Não resta dúvida de que os controles auxiliares, como de contas a pagar e a receber, de movimentação bancária e o movimento de caixa são indispensáveis à elaboração do Fluxo de Caixa.

O QUE FAZER QUANDO SOBRAM RECURSOS FINANCEIROS?




Quando a empresa está com sobras de caixa, pode ser interessante adquirir mercadorias ou matérias-primas  para o estoque, desde que tenham um giro rápido, bem como aproveitar as condições altamente favoráveis oferecidas pelos fornecedores nas compras à vista.
Com relação ao investimento em ativo fixo, somente deve-se fazê-lo se não afetar os recursos necessários para o giro dos negócios.
A empresa só deve aplicar as sobras de caixa no mercado financeiro quando não houver alternativas mais atraentes.
Antecipar o pagamento de compromissos aos fornecedores pode ser uma estratégia interessante, desde que o desconto concedido compense a antecipação do pagamento.

O QUE FAZER QUANDO FALTAM RECURSOS FINANCEIROS?





Melhorando o sistema de cobrança, a empresa evita perdas com clientes inadimplentes e consegue trazer recursos financeiros para melhorar as entradas de caixa.
Quando a empresa trabalha com estoques mínimos, significa que está imobilizando recursos financeiros extremamente necessários na aquisição de mercadorias ou matérias-primas.
Reduzir prazos de pagamento com fornecedores não é uma das tarefas mais simples, pois envolve habilidade nas negociações com os já tradicionais, assim com um trabalho de desenvolvimento de novos fornecedores, visando melhores condições de compra. 
Na medida do possível, a empresa, quando está com dificuldades de caixa, procura fazer vendas casadas, ou seja, equilibrar os prazos de vendas com os de compras.
Negociar novos prazos de vencimentos com os fornecedores também não é uma tarefa fácil. Por isso só se deve utilizar desse recurso quando for extremamente necessário. Quando isso acontece, os fornecedores tendem a limitar o crédito concedido.
A venda de ativos ociosos pode ser interessante, desde que futuramente não venha a prejudicar as atividades empresariais.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

MOVIMENTAÇÕES NO FLUXO DE CAIXA



MOVIMENTAÇÕES QUE AUMENTAM O CAIXA:

As transações que incrementam o saldo do caixa:
  • Aumento de capital por parte dos sócios, quando necessário.
  • Uso de capital de bancos através de empréstimos e/ou financiamentos.
  • Venda de imobilizados que não estejam sendo utilizados pela empresa.
  • Principais entradas de caixa feitas através das vendas à vista e recebimentos de venda a prazo (duplicadas, cheques pré-datados e cartão de crédito).
  • Juros de mora recebidos de clientes e rendimentos de aplicação financeira, embora sejam entradas de caixa esporádicas.
 MOVIMENTAÇÕES QUE DIMINUEM O CAIXA:

As transações que diminuem o saldo do caixa são:
  • Distribuição dos lucros para sócios correspondente aos valores retirados por eles, independentemente do pró-labore.
  • Pagamento de juros aos credores quando a empresa utiliza linhas de crédito de bancos. A empresa também poderá pagar juros aos fornecedores em virtude de atrasos doo pagamento de compromissos.
  • Novas aquisições de imobilizados. Nesse caso, a empresa está trocando capital de giro por capital fixo.
  • Compra à vista e pagamento de fornecedores juntamente com as despesas operacionais, o que representa a maior parte dos valores de saídas de caixa. Fornecedores são terceiros que fornecem mercadorias ou matérias-primas, e despesas operacionais são todos os gastos necessários para manter a atividade empresarial.
  • Amortização de dívidas, isto é, pagamento de compromissos assumidos pela empresa com seus credores.

terça-feira, 16 de abril de 2013

COMO ELABORAR O FLUXO DE CAIXA?


O Fluxo de Caixa necessita de cuidados na sua elaboração, tais como conhecimento detalhado do ciclo financeiro da empresa e implantação de controles auxiliares.
Entre os controles auxiliares há o controle de bancos, controle de clientes, controle de fornecedores, controle de despesas e controle da movimentação do caixa, essenciais à elaboração do Fluxo de Caixa.
Os valores constantes no Fluxo de Caixa, refletem a realidade da empresa, por isso devem ser atualizados constantemente.
Manter esse controle com valores realistas e atualizados é fundamental para o sucesso da gestão do caixa.
Como se vê, esse é um controle financeiro dinâmico, ou seja, o que acontece hoje será repassado no dia seguinte, daí a necessidade de constante atualização dos valores correspondentes às entradas e saídas de caixa.


segunda-feira, 15 de abril de 2013

O QUE É FLUXO DE CAIXA E PRA QUE SERVE?




Fluxo de Caixa é um controle financeiro que tem por objetivo demonstrar as entradas e saídas de dinheiro na empresa num determinado período.
Esse relatório financeiro pode ser elaborado de duas maneiras:
- Valores das entradas e saídas de caixa projetadas (valores estimados): neste caso a empresa trabalha com valores que ainda não foram pagos nem recebidos.
- Valores das entradas e saídas de caixa realizadas (valores já efetivados): neste caso as entradas de caixa já foram recebidas e as saídas de caixa já forma pagas. nessa situação o Fluxo de Caixa funciona como um controle de Movimentação de Caixa.
Trata-se de uma ferramenta tanto de gestão operacional (curto prazo) como de gestão estratégica (médio e longo prazo).

Mas pra que serve o Fluxo de Caixa???

O Fluxo de Caixa tem várias finalidades, entre elas: ajudar no planejamento e controle de todo o dinheiro que entra e sai da empresa; auxiliar nas tomadas de decisões sobre as fontes para financiar as necessidades de caixa; evitar que a empresa tenha desencaixe em períodos críticos, etc.
É o único controle financeiro que propicia o equilíbrio entre as entradas e saídas de caixa.