Blog de empreendedorismo e dicas de gestão empresarial para pequenas e médias empresas.
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quarta-feira, 21 de março de 2018

QUAL A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA GESTÃO FINANCEIRA?





As empresas começam pequenas, mas à medida que crescem, a forma de gestão estabelecida inicialmente não consegue acompanhar esse ritmo. Isso se deve ao pouco conhecimento em gestão empresarial e ao excessivo envolvimento operacional.

Os conhecimentos de gestão estão divididos em quatro grandes áreas: Financeira, Marketing, Produção e Recursos Humanos. 
Não há dúvida de que essas quatro áreas são os pilares da gestão de uma empresa e que são igualmente importantes, porém, todas as decisões tomadas em uma empresa têm impacto na área financeira, tornando-a, assim, crucial para o sucesso de um empreendimento, pois, além disso, temos também nesta área o controle do resultado financeiro e econômico do negócio.

A gestão financeira é vista em muitas empresas apenas como o controle de entrada e saída do dinheiro do caixa. Mas, na verdade, a função da gestão financeira é muito maior, ou seja, ela deve ser responsável pela captação, geração e gerenciamento dos recursos financeiros. Isto significa dizer que esta área precisa gerir a lucratividade dos produtos vendidos, a receita, as despesas, os custos, o ciclo financeiro, o resultados, o caixa e bancos, o a pagar e o a receber.

Uma gestão financeira eficaz pode garantir a integridade financeira da empresa e a aplicação correta dos recursos financeiros gerados. Para isto, utilizam-se Controles, Demonstrativos e Indicadores Financeiros. Essas ferramentas permitem não somente garantir a integridade e aplicação correta dos recursos financeiros, mas também o fornecimento de informações fundamentais para a tomada de decisão dentro das empresas.

Em resumo, as empresas que se valerem de uma Gestão Financeira Eficaz terão mais capacidade de analisar e tomar decisões assertivas na direção do sucesso, mesmo estando elas situadas num ambiente competitivo mais adverso.




segunda-feira, 23 de junho de 2014

O QUE ANALISAR NA HORA DE TOMAR EMPRÉSTIMO BANCÁRIO?




Solicitar empréstimo parece ser a solução para muitos problemas, mas tenham cuidado pois nem sempre isso é a melhor solução. EMPRÉSTIMO NUNCA PODE SER USADO PARA SUPRIR DEFICIÊNCIA DE GESTÃO.


A conquista de crédito depende, acima de tudo, da boa gestão do negócio e dos fundamentos da decisão de investir. Por isso, antes de formalizar o pedido de financiamento, identifique se é o melhor momento para investir, qual a opção mais viável de investimento e como ocorre o processo de financiamento. Essas informações trarão mais segurança e facilidade no momento em que estiver buscando o crédito. Antes de procurar um financiamento, não se esqueça:

AVALIE: Identifique suas necessidades e tenha certeza de que o financiamento é a melhor solução.

CALCULE: Analise se o lucro de sua empresa é suficiente para quitar o financiamento.

PREVINA: Leve em conta as taxas extras cobradas, como seguro e tarifas de abertura de crédito.

PESQUISE: Estude as diversas linhas disponíveis e compare as vantagens oferecidas pelo mercado.

PREPARE: Tenha em mãos a documentação exigida e também o plano de negócios ao conversar com o gerente.

SEPARE: Não misture o caixa da empresa com o pessoal. Fuja da tentação de recorrer ao crédito pessoal para financiar o negócio.

ANALISE: Avalie o motivo do crédito, qual sua finalidade, o momento ideal para acessá-lo, qual o valor ideal de recursos e a linha de crédito adequada.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PORQUE FAZER O PLANEJAMENTO FINANCEIRO?


 

Planeja-se por causa da globalização, do avanço tecnológico, do novo consumidor mais exigente. Planeja-se porque existem tarefas, produtos e serviços a serem produzidos e isto tem que ser feito de forma coordenada, usando os recursos de forma mais eficiente.
A maior crítica que sofre o processo de planejamento é que o planejado nunca acontece. É tempo perdido. Mas quando o planejado dá certo, ótimo, contudo, planejar é também saber o que fazer se as coisas derem errado. Planejar é decidir antecipadamente.
O empresário se depara com dois conjuntos de variáveis para realizar o planejamento: as variáveis que ele controla (fatores internos) e variáveis que ele não controla (fatores externos). O planejamento consiste em ajustar da melhor forma possível as variáveis positivas ou negativas que ele não pode controlar.
Planejar as finanças da empresa é dar rumo, meta e objetivos alcançáveis. É algo muito maior que fazer uma projeção de caixa. É nesta ação que definimos política de compras e vendas e de estoques. Ao realizar o planejamento financeiro, estabelecemos parâmetros para administrar com eficiência as despesas fixas e variáveis e determinamos o ponto de equilíbrio e as metas de venda.
Ao definir como a empresa vai operar, o gestor da microempresa tem a possibilidade de vir a conhecer sua necessidade de capital de giro e antecipar possíveis negociações para obtenção desse capital de giro necessário para gerir seus negócios.
O Planejamento Financeiro mostra o caminho a ser seguido, mas depende dos responsáveis pela administração da empresa estabelecer as formas de se atingir as metas e objetivos.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O QUE FAZER QUANDO SOBRAM RECURSOS FINANCEIROS?




Quando a empresa está com sobras de caixa, pode ser interessante adquirir mercadorias ou matérias-primas  para o estoque, desde que tenham um giro rápido, bem como aproveitar as condições altamente favoráveis oferecidas pelos fornecedores nas compras à vista.
Com relação ao investimento em ativo fixo, somente deve-se fazê-lo se não afetar os recursos necessários para o giro dos negócios.
A empresa só deve aplicar as sobras de caixa no mercado financeiro quando não houver alternativas mais atraentes.
Antecipar o pagamento de compromissos aos fornecedores pode ser uma estratégia interessante, desde que o desconto concedido compense a antecipação do pagamento.

O QUE FAZER QUANDO FALTAM RECURSOS FINANCEIROS?





Melhorando o sistema de cobrança, a empresa evita perdas com clientes inadimplentes e consegue trazer recursos financeiros para melhorar as entradas de caixa.
Quando a empresa trabalha com estoques mínimos, significa que está imobilizando recursos financeiros extremamente necessários na aquisição de mercadorias ou matérias-primas.
Reduzir prazos de pagamento com fornecedores não é uma das tarefas mais simples, pois envolve habilidade nas negociações com os já tradicionais, assim com um trabalho de desenvolvimento de novos fornecedores, visando melhores condições de compra. 
Na medida do possível, a empresa, quando está com dificuldades de caixa, procura fazer vendas casadas, ou seja, equilibrar os prazos de vendas com os de compras.
Negociar novos prazos de vencimentos com os fornecedores também não é uma tarefa fácil. Por isso só se deve utilizar desse recurso quando for extremamente necessário. Quando isso acontece, os fornecedores tendem a limitar o crédito concedido.
A venda de ativos ociosos pode ser interessante, desde que futuramente não venha a prejudicar as atividades empresariais.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Importância do Preço de Venda

Você sabe por que é importante calcular e planejar o Preço de Venda para cada produto no seu estabelecimento comercial? Leia o texto a seguir.

O nosso amigo Eduardo Silvarejo, proprietário de um comércio varejista, sempre calculou os Preços de Venda dos seus produtos colocando o dobro do seu valor de compra, ou seja, comprando por R$ 50,00 e vendendo por R$ 100,00. Dessa forma, pensava ter um lucro de 100%, mas não entendia por que estava sempre no vermelho. No entanto, o Sr. Silvarejo percebia que a concorrência estava indo bem e se perguntava o que fazer para melhorar o seu negócio e reconquistar clientes que já havia perdido. 

Veja: Precisamos saber, afinal, que a Formação de Preço de Venda de um produto não pode ocorrer de qualquer jeito. É uma tarefa que exige cuidado para não prejudicar as vendas e, consequentemente, os negócios da empresa. 
Por isso, é fundamental conhecer os diversos fatores que envolvem o processo de formação do preço. Precisamos avaliar e controlar nossos gastos e identificar o que são Custos e Despesas Fixos e Custos e Despesas Variáveis. Além disso, é muito importante estar atento(a) ao mercado em que atuamos, acompanhar os preços praticados pelos concorrentes e conhecer os diversos tipos de preços que podemos adotar como estratégias de venda para conquistar o cliente.
Muitos empresários consideram tudo isso besteira. Afinal, tem que pagar as contas de um jeito ou de outro.
Podemos observar que a fixação de Preços de Venda de produtos não é tão simples. Pelo contrário, tem sido uma tarefa bastante complexa e de grande importância que exige cuidado para não prejudicar as vendas e os negócios da empresa.
Você conhece a Formação de Preço de Venda dos seus produtos?
Você conhece os Custos e as Despesas do seu estabelecimento comercial?
Você analisa o comportamento dos seus concorrentes? Sabe o que vendem no mercado? Os preços que praticam?
Ou você simplesmente multiplica por dois o valor pago por seus produtos?
É preciso ter controle dos nossos gastos, receitas e lucros. Além disso, precisamos observar o comportamento do mercado, pois é ele que determina os preços que praticamos. Também precisamos avaliar nossa concorrência, público consumidor, preços dos nossos fornecedores e, até, as mudanças na política econômica, pois podem influenciar diretamente nossas vendas. Se não fizermos isso, ficaremos à deriva no mercado, como um barco à deriva no mar, sem saber para onde estamos indo. O resultado disso, geralmente, é desastroso. Não podemos contar somente com a sorte.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

QUAL A DIFERENÇA ENTRE CUSTO, DESPESA E INVESTIMENTO?


CUSTOS
Os custos podem ser entendidos de maneiras diferentes dependendo de cada segmento, são eles: 
- Comércio: o custo é o valor gasto na aquisição de mercadorias;
- Indústria: o custo é classificado como o valor gasto na fabricação dos produtos, envolvendo matérias-primas, insumos, mão-de-obra interna ou externa, etc.;
- Serviços: classificado como valor gasto na execução do serviço, abrangendo os materiais, componentes, peças, bem como a mão-de-obra (interna e/ou externa).

DESPESAS

As despesas estão relacionadas aos valores gastos com a estrutura administrativa e comercial da empresa em aluguel, salários e encargos, pró-labore, telefone, propaganda, impostos, comissões de vendedores, etc. Elas ainda são classificadas em fixas e variáveis, sendo as fixas aquelas cujo valor a ser pago não depende do volume, ou do valor das vendas, enquanto que as variáveis são aquelas cujo valor a ser pago está diretamente relacionado ao valor vendido.

INVESTIMENTO

Investimento representa os valores gastos com a aquisição de bens como máquinas, equipamentos, veículos, móveis, ferramentas, informática, etc. pagos de uma única vez, ou em parcelas. Investimento é a aplicação de algum tipo de recurso com a expectativa de receber algum retorno futuro superior ao aplicado compensando, inclusive, a perda de uso desse recurso durante o período de aplicação.


domingo, 15 de abril de 2012

FLUXO DE CAIXA E SUA IMPORTÂNCIA NA GESTÃO






O Fluxo de Caixa e sua Importância na Gestão
Por Augusto Paes Barreto

Dentre os instrumentos de grande relevância na chamada gestão financeira, ou na administração de um modo geral, há que se destacar o Fluxo de Caixa (“Cash-Flow”). Partindo-se de um pressuposto nem sempre facilmente visualizável, é interessante enfatizar que a gestão financeira é basicamente uma atividade reflexa, isto é, vem de refletir as demais atividades de uma empresa como compras, produção, vendas, cobrança, entre outros.

Dentro desta visão, o Fluxo de Caixa é, por assim dizer, o instrumento operacional por excelência de que se vale a administração – por oportuno, a elaboração do Fluxo de Caixa pode ser levada a efeito de forma direta pela reunião de elementos patrimoniais e redituais, como pode ser obtido a partir de peças contábeis, como balanços.

É digno de destaque que, para uma empresa razoavelmente organizada e que se subordina a uma peça orçamentária, torna-se o Fluxo de Caixa o instrumento ideal do controle daquilo que foi orçado e daquilo que efetivamente teve ocorrência. O Fluxo de Caixa permite um grande elenco de vantagens na gestão como um todo. Essas vantagens são:

1. Redução do custo financeiro pela redução da necessidade do Capital de giro;

2. Relação entre os ingressos financeiros e respectivas saídas em um determinado intervalo e tempo;

3. Permite pelo dimensionamento pretérito as aquisições à vista, com significativa redução de custos;

4. Facilita sobre maneira a identificação daqueles créditos (normalmente de fornecedores), viáveis ou não, em função de seus custos;

5. Permite a justaposição entre níveis elevados de caixa e compatibilização de volumes de investimento geradores de rentabilidade interessante;

6. Análise pormenorizada dos ciclos operacionais, mormente, com o concurso de uma contabilidade de custos bem estruturada;

7. Faculta a empresa liquidar seus compromissos de modo a dispor permanentemente de uma boa política de crédito;

Por fim, por tudo que acima foi destacado, é fácil a percepção de que este instrumento de gestão aplica-se praticamente a toda modalidade de empreendimento, tornando-se mais interessante quanto mais complexa for a atividade ou mais delicada seja a situação financeira da empresa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

FINANÇAS CORPORATIVAS NA PEQUENA EMPRESA



Um grande desafio para um gerente administrativo ou financeiro é aplicar as finanças corporativas na pequena empresa. Ela não dispõem de sistemas de ERP ou financeiro avançado e muitas vezes não tem um bom profissional dessa área.

O grande desafio do novo profissional de Administração é compreender as necessidades da pequena empresa. Estimativas mostram que a pequena empresa tem papel fundamental no mercado e estão cada vez se profissionalizando. Por outro lado, ainda temos muitos empresários sem noções básicas para manter o seu negócio (e sem a mínima vontade para pagar que o faça).

Um excelente gerente que trabalhou numa grande multinacional terá sérias dificuldades para lidar com as finanças corporativas da empresa. Geralmente, devido ao alto custo de um software de gestão ou de finanças, as empresas pequenas continuam controlando os dados financeiros em planilhas ou no velho e bom papel.

Quando o gerente chega para por "ordem na casa", perece que o seu subordinado não tem as mínimas noções de contabilidade de custos ou finanças. E para melhorar, o nível de profissionalismo em pequenas empresas é ainda primitivo. Muitas coisas ainda são levadas pelo "ego" e não pelo lado profissional. Ou seja, há um campo de guerra para o gerente que apesar da experiência, é como se não a tivesse, devido a complexidade e diferença de negócios.

Negócios de pequenas empresas são complexos ? São e muito. Além dessa empresas precisarem de uma administração metódica no departamento de finanças, precisam também estar alicerçada junto com o Recursos Humanos, para que as pessoas também mudem a sua mentalidade e a sua forma de pensar sobre as cobranças que agora, finalmente, serão exigidas.

Geralmente pelo fato do departamento financeiro não estar informatizado, muitos dados são bem difíceis de serem levantados. Na maioria das vezes, o departamento de vendas não está integrado ao de finanças, e as contas não "batem". Os gastos do RH e as Compras feitas pelo departamento homônimo não são registradas (ou são de forma errada). O Pró-labore do dono não é muito claro e os contratos de prestadores de serviço estão desatualizados ( E o valor também não é contabilizado pelo RH e Finanças).

Jogue fora muitas coisas aprendidas numa empresa de médio e grande porte. Os desafios de um pequena empresa fazem você pensar "fora da caixa". O conhecimento da área de finanças é válido, porém não será suficiente para o sucesso na empresa.

O profissional de finanças terá que ter relacionamento interpessoal como segunda característica, visto a complexidade do negócio e os acertos que precisam ser feito, o que vai acarretar estranheza, desmotivação e até resistência a essas mudanças.

Finanças corporativas em pequenas empresas sempre serão peculiares. E sempre serão desafiantes e trabalhosas. Uma coisa é certa: Uma empresa só poderá crescer efetivamente quando levar seu departamento de finanças a sério e profissionalizá-lo.

E cabe esse desafio a você: novo profissional da Administração!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

FLUXO DE CAIXA







O QUE É FLUXO DE CAIXA?

É um controle financeiro que tem por objetivo auxiliar o gestor ou empresário a tomar decisões sobre a situação de caixa da empresa.
É uma ferramenta de gestão operacional e pode ser utilizada como ferramenta de gestão estratégica.


Fluxo de Caixa

Entrada de recursos:

  • Receitas operacionais
  • Receitas não operacionais
Saída de recursos:

  • Despesas Fixas
  • Despesas variáveis
  • Perdas
Estoques

  • Mercadorias e Produtos acabados
  • Produtos em elaboração
  • Matérias primas e embalagens
  • materiais de consumo e almoxarifado

RECEITAS

OPERACIONAIS = Resultado de suas atividades ou serviços
NÃO OPERACIONAIS= Resultado de atividades fora do negócio da empresa



DESPESAS

FIXAS = Salários, água, luz, telefone, aluguel etc
VARIÁVEIS =  impostos, comissões, juros etc
PERDAS =  quebras de mercadorias, produtos vencidos, retrabalho, roubos e furtos etc



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PARA MELHORAR SEU FLUXO DE CAIXA



6 DICAS PARA MELHORAR SEU FLUXO DE CAIXA

Um dos desafios do dia-a-dia da pequena empresa é lidar com o paradoxo abundância-escassez. E não me refiro apenas ao fluxo de negócios, mas também ao fluxo de caixa da empresa. Por isso, reuni sete idéias para melhorar o fluxo de caixa da pequena empresa.

1Fature prontamente

Você fica tão ocupado em tocar a empresa e cumprir prazos que não consegue encontrar tempo para faturar os clientes regularmente? Acredite, você não é o único. Um empresário conhecido meu às vezes adia o envio de faturas de pequenos serviços de reformas residenciais até chegar próximo ao prazo do pagamento dos tributos mensais da empresa, e é nessa hora que ele percebe não ter dinheiro suficiente para cobrir suas obrigações.
Se você ainda não implantou um sistema, comece (ou atribua um funcionário para começar) a faturar projetos regularmente. Ao aceitar projetos longos, negocie antecipadamente pagamentos regulares em vez de deixar o montante devido se acumular até a conclusão do contrato.

2Crie incentivos para que o cliente pague mais rápido

Algumas pequenas empresas podem reduzir significativamente o tempo de espera do pagamento oferecendo desconto para pagamento antecipado. Já recebi faturas de fornecedores que ofereciam descontos de 1% ou 2% para pagamento em 10 dias. Se eu tivesse mesmo que pagar a fatura em 30 dias, provavelmente assinaria logo um cheque para conseguir aquele desconto extra. Bom para meus objetivos de negócios, bom para o fluxo de caixa também.

3Evite desde logo clientes que demoram a pagar ou que não pagam

A melhor forma de evitar problemas de fluxo de caixa pela falta de recebimento de pagamento é nem fazer negócio com o tipo de cliente que não paga ou que demora a pagar. Assim, se você tiver algum grande cliente à vista, faça seu trabalho de casa antes. Peça referências de crédito e não esqueça de conferi-las. Entre em contato com outras empresas que trabalham com aquele cliente. Também é uma boa idéia contratar serviços de verificação de crédito de organizações como a CheckExpress que pode ter seus serviços acessados diretamente dos aplicativos do Office.

4Prefira permuta a dinheiro

É possível reduzir o impacto no caixa imediato se você precisar de produtos ou serviços de alguém e conseguir permutar por seus próprios produtos ou serviços. Obs.: Esta não é uma forma de redução de obrigações tributárias — ainda é necessário relatar o valor da transação de permuta na declaração de imposto.

5Organize seu estoque

Tudo bem, você não consegue implantar o sistema de gerenciamento de estoque 'just-in-time' que muitas indústrias adotaram. Que tal tentar um 'just-in-time júnior'? Dinheiro gasto em estoque é dinheiro que não está produzindo juros nem dividendos para você.
Muitas vezes, reduzir o estoque pode ser muito simples. Já vi restaurantes diminuírem o tamanho de suas adegas, concentrando-se na qualidade dos vinhos de algumas poucas regiões em vez de tentar agradar todos os comensais com vários tipos da bebida. Se o cliente ainda tiver boas opções na carta de vinhos, talvez nem perceba que há menos variedades que antes.

6- Considere consolidar seus empréstimos

Sei que quase sempre é difícil para a pequena empresa pedir dinheiro emprestado. Mas fico surpreso com a quantidade de pretextos usados pelos empresários para tomar um empréstimo. Conheço um pequeno empresário que tem apenas um funcionário mas possui quatro empréstimos diferentes relacionados à empresa: um para equipamento, outro para o carro, uma linha de crédito empresarial e um cartão de crédito empresarial.
Se você também tem vários empréstimos atrelados ao seu negócio, reveja as taxas e termos de cada um deles. Talvez você consiga consolidar dois ou mais empréstimos em uma conta a juros mais baixos e assim melhore seu fluxo de caixa. Não sou fã da dilatação do prazo de empréstimos, mas se você estiver pensando em conversar com o financiador para tentar consolidar os empréstimos existentes em um novo empréstimo, pode ser uma boa idéia escolher um prazo mais longo em troca de prestações mensais menores